capitulo VII - tentando ser um padrinho mais presente para Kaito
Durante estes dias tentei ser um padrinho mais presente para o meu afilhado Kaito. Primeiro com ajuda do Dr. Tomás Pintos comprei um peluche para a sua idade, quando estive com ele dei-lhe um peluche do Simba do Rei Leão e disse feliz mesmo para o pai ouvir:
- É mais para a tua idade do que o
Songoku que o teu pai te deu.
-Simba, eu gosto do Simba. – disse ele
abraçando-se ao peluche
Eram 19 horas eu estava deitado no sofá
da sala a ver as notícias na televisão quando tocaram a porta e eu fui abrir
pensando ser o Baruto e quando vi a Fátima eu desviei o olhar. Ela entregou-me
o pequeno Kaito e sua mala e me disse:
- Tens tudo aí teu amigo.
- Sim – disse eu sorrindo desta vez
olhando para o Kaito- não te preocupes, ele ficara bem.
- Desculpa, mas Baruto não pode sair
cedo do emprego – disse ela sorrindo – vou ainda agora buscá-lo.
- Não faz mal, eu e o Kaito vamos ficar
bem os dois e também temos os meus pais – sorri – vai descansada.
-
Adeus Kaito – ela beijou o filho e me deu um no meu rosto felpudo e saiu.
Eu pousei a sua mala e fui com o kaito
para o sofá e perguntei se queria ver macacos e ele falou de uns que via.
- Pijamaks no 42.
Eu pôs no canal 42 e vi os tais
Pijamaks, fiquei a ver com ele, a serie é uma tentativa de tornar as crianças
super heróis e também supervilões, eu perguntei ao kaito:
- Tu gostas disto?
- Sim – disse ele feliz – eu sou o catboy
porque é azul e eu gosto de azul.
Eu não percebi depois de ser um
espectador como kaito como é que a cidade não acordava com tanta confusão que
aqueles super-heróis e supervilões faziam a noite.
- São desenhos para crianças, não são
animes que faz mais sentido.
- Sim tens razão. – Disse eu e voltei a falar – e o Noddy….
- O que tem o Noddy?!!! – perguntou o
Baruto admirado
- Como é que ele tem um carro e carta de
condução se é só uma criança e não pode guiar.
- Porque é desenhos para miúdos e não tem normalmente
de fazer sentido – riu-se o Baruto.

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